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Out 16
2011
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A estimativa é ter todo o sistema implementado em quanto tempo?Postado por: Leonardo Alves em Cartão do SUS as Out 16, 2011 Tags em: Sem tags sss
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Tele.SÃntese - Voltando ao cronograma do registro eletrônico de saúde, a estimativa é ter todo o sistema implementado em quanto tempo?
Gadelha – Quais são os problemas que temos aqui? Temos vários sistemas desenvolvidos pelo Datasus para a saúde. Por exemplo, o sistema de regulação de exames especializados. Temos esse cadastro no SUS com 192 milhões de registros. Vamos fazer limpeza, para tirarmos as duplicações do banco de dados e com isso teremos um cadastro mais limpo. O segundo ponto é criar um sistema de internet, que permita que o indivÃduo possa, através da web, acessar seus dados. É como um site de um banco, entra, coloca o número da conta e tem lá o seu espaço. Nós estamos construindo esse site da saúde. Tem que ter, na realidade, todos os sistemas do Datasus falando entre si, porque eu preciso que o cadastro diga ao sistema da regulação que aquele indivÃduo é o mesmo que pediu, em outro municÃpio, aquele mesmo exame. Isso evita a duplicação de exame, porque hoje o indivÃduo é atendido em São Paulo, depois de duas semanas vai a outro médico, que pede outra tomografia, quando isto já foi feito. Há um gasto grande de exames.
Gadelha – Quais são os problemas que temos aqui? Temos vários sistemas desenvolvidos pelo Datasus para a saúde. Por exemplo, o sistema de regulação de exames especializados. Temos esse cadastro no SUS com 192 milhões de registros. Vamos fazer limpeza, para tirarmos as duplicações do banco de dados e com isso teremos um cadastro mais limpo. O segundo ponto é criar um sistema de internet, que permita que o indivÃduo possa, através da web, acessar seus dados. É como um site de um banco, entra, coloca o número da conta e tem lá o seu espaço. Nós estamos construindo esse site da saúde. Tem que ter, na realidade, todos os sistemas do Datasus falando entre si, porque eu preciso que o cadastro diga ao sistema da regulação que aquele indivÃduo é o mesmo que pediu, em outro municÃpio, aquele mesmo exame. Isso evita a duplicação de exame, porque hoje o indivÃduo é atendido em São Paulo, depois de duas semanas vai a outro médico, que pede outra tomografia, quando isto já foi feito. Há um gasto grande de exames.
Hoje, temos esse grande problema, que é integrar não só as bases de dados e os sistemas dento do Datasus, mas também temos que começar a conversar com todos os sistemas que foram desenvolvidos em municÃpios, como São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte. Os municÃpios que desenvolveram seus próprios sistemas têm que nos dar as informações que captam e nós temos que dar à eles as informações que eles precisam, como passar o número de saúde e o registro. Porque quando uma pessoa é atendida em São Paulo, se ela é de Curitiba, aquele registro dele tem de ser acessÃvel em São Paulo. A nossa tarefa é integrar todo o sistema do SUS e fazer um sistema que seja interoperável com os sistemas municipais.
Tele.SÃntese - Em quanto tempo?
Gadelha – Já temos muita coisa realizada. A alternativa mais viável no momento é pegar o Siga – que foi, na realidade, desenvolvido inicialmente com recursos do Ministério da Saúde para Aracaju, um piloto feito CESAR, de Recife –, esse software depois foi apropriado pelo Ministério da Saúde, que passou o código fonte para São Paulo, que contratou uma empresa e criou um sistema maior, e surgiu o Siga. São Paulo, agora, devolve para nós todo o código-fonte, estamos customizando esse código-fonte para que seja usado em todo o Brasil. Já estamos trabalhando nisso há dois meses e acreditamos que até setembro, outubro possa ser disponibilizado.
Gadelha – Já temos muita coisa realizada. A alternativa mais viável no momento é pegar o Siga – que foi, na realidade, desenvolvido inicialmente com recursos do Ministério da Saúde para Aracaju, um piloto feito CESAR, de Recife –, esse software depois foi apropriado pelo Ministério da Saúde, que passou o código fonte para São Paulo, que contratou uma empresa e criou um sistema maior, e surgiu o Siga. São Paulo, agora, devolve para nós todo o código-fonte, estamos customizando esse código-fonte para que seja usado em todo o Brasil. Já estamos trabalhando nisso há dois meses e acreditamos que até setembro, outubro possa ser disponibilizado.



