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Out 28
2011

PORTARIA Nº 940, DE 28 DE ABRIL DE 2011

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

PORTARIA Nº 940, DE 28 DE ABRIL DE 2011

Out 16
2011

Esses projetos caminham em paralelo ao PNBL?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese - Esses projetos caminham em paralelo ao PNBL? Há uma sinergia nas ações para a informatização dos postos de saúde via rede da Telebrás?
Gadelha – Temos conversado com o Ministério das Comunicações e com a Telebrás para que realmente inclua a questão da conectividade nos postos de saúde no plano, para conectar os postos de saúde à rede. 

Out 16
2011

O médico não precisa esperar alguém trazer o exame

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese – Essa informatização compreende o quê?
Gadelha  – Gerenciar tudo no hospital  – do atendimento inicial do paciente, quando ele entra no hospital e o acompanhado ao longo de toda a sua trajetória no hospital. O médico não precisa esperar alguém trazer o exame, que aparecerá automaticamente na tela, vai ter o controle das unidades de emergência usadas, da
s camas, o controle de operações, todo fluxo dentro hospital, inclusive o financeiro, tudo controlado, assim como a farmácia, o estoque de medicamentos, isso tudo dá uma economicidade grande ao sistema de saúde, porque vai se evitar desvio de medicamentos, a má gestão de processos, evitar problemas de agendamentos de operações e consultas que não se realizam por falta de comunicação adequada. O retorno é muito alto, a experiência mundial mostra isso.

Out 16
2011

Paralelamente a isso, os hospitais federais no Rio estão sendo informatizados?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese - Paralelamente a isso, os hospitais federais no Rio estão sendo informatizados?
Gadelha – Em paralelo, estamos fortalecendo a infraestrutura do Datasus para atender a demanda maior de sol
icitações e desenvolvendo um sistema de interoperabilidade para todo mundo falar com os sistemas do Datasus e os nosso sistemas falarem entre si. Eu acredito que até março de 2012 estará operacional. Evidentemente que os municípios vão começar a se inserir nesse processo gradativamente. É preciso treinamento, é preciso que as pessoas mudem seus procedimentos. O processo todo deve demorar de um a dois anos, há interesse dos municípios. É um processo que, no exterior, tem levado três a quatro anos. Acredito que a gente consiga em dois anos cobrir cerca de 80% da população. O plano é ter 100% ou quase isso em quatro anos.

Out 16
2011

A estimativa é ter todo o sistema implementado em quanto tempo?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese - Voltando ao cronograma do registro eletrônico de saúde, a estimativa é ter todo o sistema implementado em quanto tempo?
Gadelha – Quais são os problemas que temos aqui? Temos vários sistemas desenvolvidos pelo Datasus para a saúde. Por exemplo, o sistema de regulação de exames especializados. Temos esse cadastro no SUS com 192 milhões de registros. Vamos fazer limpeza, para tirarmos as duplicações do banco de dados e com isso teremos um cadastro mais limpo. O segundo ponto é criar um sistema de internet, que permita que o indivíduo possa, através da web, acessar seus dados. É como um site de um banco, entra, coloca o número da conta e tem lá o seu espaço. Nós estamos construindo esse site da saúde. Tem que ter, na realidade, todos os sistemas do Datasus falando entre si, porque eu preciso que o cadastro diga ao sistema da regulação que aquele indivíduo é o mesmo que pediu, em outro município, aquele mesmo exame. Isso evita a duplicação de exame, porque hoje o indivíduo é atendido em São Paulo, depois de duas semanas vai a outro médico, que pede outra tomografia, quando isto já foi feito. Há um gasto grande de exames.
Out 16
2011

Há um número expressivo de postos conectados, qual é o percentual?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese - Quando começa a primeira fase?
Gadelha – Planejamos iniciar em setembro e a cada três ou quatro meses criamos uma nova fase. A meta, na verdade, é a cada dois meses, mas vai depender da demanda.

Tele.Síntese - Você disse que há um número expressivo de postos conectados, qual é o percentual?
Gadelha – Nós fizemos um levantamento e, dos 5.545 municípios, 2.700 foram avaliados. Desses, pouquíssimos não tinham acesso à internet, menos de 1%. Pelo menos a Secretaria de Saúde tem a conexão. As que não tem (conexão) em geral são cidades pequenas e se o posto de saúde não está conectado, a Secretaria está. Então, o posto pode encaminhar para a secretaria. Nas grandes cidades, os postos já estão informatizados. Estamos trabalhando para que o ministério consiga dar suporte, e para que municípios e estados invistam na conectividade dos postos de saúde.
Meus comentários:
Com o PNBL (Plano nacional de Banda Larga) a tendência é que todos os postos de saúde estejam conectados, e não somente uma unidade de saúde ou a secretaria de saúde. A vantagem de um sistema de Prontuário eletrônico online é grande.
Out 16
2011

E qual o processo para a entrega dos cartões?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese - E o restante, como será cadastrado? E qual o processo para a entrega dos cartões?
Gadelha – Vamos fazer em quatro fases. No primeiro grupo, que compreende 1.313 municípios, são aqueles já conectados ao sistema do ministério e que usam nosso sistema de regulação. Estes têm condições, portanto, de verificar no nosso banco de dados o número da pessoa. Nesses 1.313 municípios nós queremos distribuir à medida que vão solicitando. Quem vai fazer a distribuição serão os municípios e nós só vamos entregar sob demanda. No momento em que entrega para o cidadão, o número daquele cartão começa a ser operacional. Nossa previsão nessa primeira etapa é atender todas as capitais, todos aqueles municípios que estão conectados ao nosso sistema de regulação. Essa fase deve atingir 101 milhões de habitantes.
Out 16
2011

Como será a implementação, vai ser por etapas?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese – Como será a implementação, vai ser por etapas?
Gadelha – Nós já temos 192 milhões de registros de indivíduos na saúde, porque ao longo desses dez anos, apesar de terem dito que foi gasto muito dinheiro sem nenhum resultado, vários indivíduos foram cadastrados no sistema de saúde do país. Toda vez que o cidadão vai a um hospital público ou é atendido em uma unidade de serviço, recebe o número do SUS. Isso é possível nas unidades que têm acesso ao nosso cadastro on-line; outros, que não têm acesso à base de dados, associam a um número provisório – só que, com isso, criou-se duplicidade de registro. Então, hoje nós temos uma base que inicialmente foi baseada no NIS (Número de Identificação Social), da Caixa Econômica Federal. Fizemos os cartões usando o NIS, mas isto foi um erro, porque as pessoas mudam, vão de uma cidade para outra e o cartão, quandeo chegava naquele endereço,  não encontrava o cidadão. Muitos cartões foram jogados fora. Então, o que nós temos que fazer? Temos que entregar o cartão ao cidadão, adotar um sistema como nos bancos: ele recebe o cartão o tem uma senhya para acessar seu prontuário no nosso site. No entanto, no caso da saúde, temos pessoas de vários extratos sociais, o que torna o processo mais difícil. O que estamos fazendo é uma experiência usada em vários municípios, como São Paulo e Curitiba. A gente dá o número ou o cartão no momento em que a pessoa vai ser atendida. Hoje nós queremos que todas as unidades de saúde já conectadas, que é um número expressivo, acesse nosso cadastro no momento em que for atender o usuário do SUS e verifique se ele já está cadastrado. Possivelmente ao fazer essa verificação ele vai encontrar cinco, seis registros daquela pessoa. Ele vai qualificar esses dados, neste primeiro momento vai demorar um pouco mais, porque terá uma duplicidade de registros para o mesmo indivíduo, então, o trabalho inicial é de qualificar a base de dados.
Out 16
2011

Como vai ser esse cartão? Tem chip?

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese – Como vai ser esse cartão? Tem chip?
Gadelha – Esse cartão será o mais simples possível, não tem chip, porque o cartão com chip iria nos custar cerca de R$ 1 bilhão. Com esse dinheiro fazemos todo o sistema. O cartão é mais a identidade, vai dizer que o SUS vale em todo o território nacional, não é municipal apenas. Apesar de o sistema ser baseado no atendimento municipal, a pessoa pode ser atendida em qualquer lugar do país, essa percepção não ocorre hoje. Segundo, esse cartão vai ser uma espécie de lembrete para o cidadão, de que ele tem um número. Vai custar 12 centavos, contra R$ 7 do cartão com chip. O cartão com chip custaria cerca de R$ 1 bilhão. Com menos (recursos) que isso eu poderia informar todas as unidades de saúde do país, com impressora, computadores, criando toda a infraestrutura para o sistema operar.
Out 16
2011

A saúde não vai esperar o RIC

Postado por Leonardo Alves in Sem tags 

Tele.Síntese – Paralelamente ao RIC, a saúde faz o seu, é isso?
Gadelha – A saúde não pode esperar que o RIC dê certo. O RIC é voluntário, as pessoas tiram ou não o seu.
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