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Blog Prontuário Médico

Medicina 2.0, Prontuário online e TI; Software médico; Pagamento por perfórmance; Valor em saúde.

Set 13
2010

Os pacientes devem ter controle sobre as suas informações médicas, diz Google.

Postado por: Leonardo Alves em Medicina e Saúde 2.0

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drgoogle Segundo executivo do Google, os pacientes precisam ter controle sobre quem acessa o seu prontuário médico; para ele, o paciente deveria ser capaz de selecionar qual médico verá as suas informações de saúde; deveria ter o direito de mudar informações, apagar outras e escolher quais informações cada um dos médicos que ele consulta poderia acessar.


Em um congresso anual de executivos de saúde, do American College, o executivo da Google disse que um paciente deveria ter o direito de escolher se o seu cardiologista deveria ter  acesso às informações sobre suas doenças psiquiátricas. Da mesma forma, uma paciente poderia ter o direito de ocultar informações sexuais a um pneumologista.

 


Google_Prontuario "Por ser do paciente, o prontuário médico deveria aceitar dados inseridos pelo próprio paciente. O doente poderia editar informações, “corrigir” outras, e até mesmo, apagar algumas.", diz ele. Polêmicas nos EUA, estas afirmações soam ainda mais intrigantes no Brasil. A matéria, apesar de polêmica vai de encontro á idéia de que o prontuário médico é uma biografia da saúde do paciente, e assim, o paciente poderia escolher o que seria descrito na sua "história". As legislações brasilerias e o Conselho Federal de Medicina é contra esta idéia e obriga que os dados de um prontuário médico sejam bastante completos e bem descritos.

 

Paciente 2.0, Saúde 2.0, Medicina 2.0:

Após criar o Google Health (onde os próprios pacientes anotam suas informações médicas), o Google está investindo na área de saúde e lançará outros produtos e serviços logo, logo afirma o executivo. Polêmicas à parte, nessa mesma conferência, o Sr. Spector afirma que o paciente deseja maior eficiência nas transações: 1 - deseja mensagens seguras entre médicos e pacientes; 2 - prescrições médicas eletrônicas; 3 - agendamento de consultas pela internet; 4 - consultas em telemedicina; e 5 - resultados de laboratório online.
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Comentarios (3)Add Comment
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Excelente, mas apoio em parte.
escrito por Anonimo, setembro 13, 2010
Olá, Parabéns pelo post.
Não gostaria que minhas minhas escolhas sexuais que contei ao urologista fossem compartilhadas como cardiologista.

Também não acho necessário que o médico do pulmão saiba de todas as minhas informações, principalmente sexuais...

Acho que o paciente deveria ter acesso às informações e poderia ADICIONAR INFORMAÇÕES ao prontuário. Mas retirar ou modificar ... isso não seria interessante...

Mas, parabéns pelo post... já venho acompanhando-o há algum tempo.

Anônimo...
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escrito por nei, setembro 14, 2010
Bom!

Vejo que o prontuário é do paciente, mas o mesmo não pode ter esse "PDOER" sobre o prontuário, principalmente escrever, apagar ou ocultar informações. como o médico irá trabalhar sem informações, se essas informções estão no prontuário é lá que tem que ficar para que médicos fiquem cientes como está a vida pregressa do paciente.
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escrito por Silvana, setembro 19, 2010
O prontuário médico, que atualmente é chamado de prontuário do paciente, como o nome já refere é do paciente, portanto, concordo que o paciente tenha acesso a ele no seu período de internação, e acrescentar informações ,mas não retirá-la.No prontuário tem o acesso a ele uma equipe multidisciplinar, e em sua análise do paciente a mesma teria seu ponto de vista.
Eu acho errado que ainda nos dias de hoje há hospitais tão retrogrados que o paciente no seu período de internação é a maior briga para acessar o prontuário,e posteriormente s sua alta então piorou. Mas é interessante a evolução que está se dando quanto ao prontuário.

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