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Set 12
2010
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O prontuário médico, por definição, é um conjunto de dados com os quais profissionais de saúde tomam decisões durante o atendimento ao paciente. Acontece que após a consulta ou após a alta hospitalar, o prontuário é enviado para o arquivo médico e fica ali por anos, cumprindo uma função (exclusivamente) legal. O prontuário médico tem, também, uma função de pesquisa e estatística, e as informações que ajudam a melhorar a saúde da população são retiradas dele. Mas para isso, precisamos transformar os dados contidos no prontuário médico em informações. E esta é uma função essencial e fundamental em um prontuário eletrônico.
Escolher o prontuário médico ideal é uma tarefa que exige algum esforço. O médico ou gestor de um serviço de saúde precisam ter conhecimentos básicos para fazer a escolha mais adequada. De início, deve ter informações sobre os princípios fundamentais e jurídicos que tratam do prontuário do paciente. E, somente depois, deve tratar de questões mais técnicas como a plataforma que será escolhida, as funcionalidades do sistema e os benefícios extras (além do prontuário). Estas importantes questões devem fazer parte da lista de avaliação para que a escolha seja a mais adequada. Escolher à revelia, sem fazê-lo de forma organizada pode levar a insatisfações futuras e prejuízos tanto clínicos quanto financeiros.
Esta é a primeira pergunta que surge quando um paciente se depara com um problema de saúde. E para respondê-la, ele pede uma indicação a um parente ou conhecido. Ao final, o boca-a-boca soluciona seu impasse. Nada de errado nisso, é a rede social real atuando na saúde. Mas e esta pergunta fosse feita em uma feira aberta e quem tivesse que respondê-la fossem os médicos, os prestadores de serviço, um a um, um após o outro, em uma fila? O quê cada um diria a seu respeito? O que esses profissionais diriam para “vender o seu peixe”? A resposta a esta questão vem das origens do marketing.
